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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Novo sistema de Administração e lançamento do Site Daniel Monteiro.com

Nesses anos trabalhando com soluções web, assim como diversos colegas, existia a dificuldade em como ofertar ao cliente uma  plataforma de atualização que fosse robusta, rápida e o principal capaz de se adaptar a qualquer layout aprovado pelo cliente.

As soluções que existiam até então envolviam ou usar um CMS (Gerenciador de conteúdo) gratuito, tal qual Joomla ou Wordpress, são soluções robustas porém com um grave inconveniente, por mais que você configure um tema, sempre ficam com uma formatação pré-fabricada no layout, por mais que você mexa a diagramação sempre fica parecida com a de outro projeto já existente.

Outra via era o cliente pagar por um sistema feito para ele, só que isso só aumentava mais ainda o custo de produção do projeto e sendo sincero, isso não fica previsto no budget de muitos de nossos clientes.

Por isso criei um sistema de administração que além de permitir total administração do cliente, adapta-se de forma completa à qualquer proposta de layout que for criada pelo Designer.

Nesta primeira versão conta já com um sistema de notícias com suporte a HTML e um sistema de serviços e portfólio de produtos. O essencial ainda, mas novos módulos já estão em produção e em breve virão módulos de administração para vídeo e sites em Flash.

O objetivo deste sistema é dar liberdade total ao Designer para poder projetar sites sem ficar preso a estruturas pré-determinadas pelo CMS. Além disso dá ao cliente total liberdade de atualização sem ter que ficar preso ao Designer para isso, afinal após entregue o site, o cliente deve ter liberdade de usa-lo como quiser.

Para comercializar este sistema e sites feitos com este sistema, além de outras soluções, podem conferir no site www.danielmonteiro.com. Lá podem conferir diversos serviços que estou lançando apoiado por uma equipe da mais alta competência técnica. As principais matérias deste blog também serão replicadas por lá. E como exemplo, o próprio site usa o sistema supra-citado!

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Dúvidas técnicas do sistema podem mandar e-mail direta para o info@danielmonteiro.com!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ralph Baer, Pai do Videogame e Tio dos Game Designers

Quando se pensa na história dos video-games, a mídia brasileira lembra do produto mas poucas vezes honra como se deve o criador dela. Por isso este artigo conta um pouco desta história, falando de Ralph Baer, o criador do primeiro video-game de sucesso, o que abriu mercado para todas as gerações que seguiram e criou o espaço onde se reveleram grandes designers tais como Hideo Kojima, Hironobu Sakaguchi e Shigeru Miyamoto.

Tudo começaria no ano de 1966, quando Ralph Baer, alemão naturalizado nos EUA, teria criado o "Brown Box", Um sistema de telejogo que permitia ao jogador interagir por meios de controles conectados ao aparelho com os personagens renderizados em pixels na tela. Os controles eram grandes caixas com seletores de movimento vertical e horizontal e nada mais.



Inventor do sistema de cartuchos, o Brown Box nasceu com apenas dois jogos, e foi lançado com o nome de Magnavox Odissey, o primeiro video-game da história. Com gráficos que hoje seriam considerados precários, o sistema tinha diversos acessórios interessantes, como por exemplo telas transparentes que eram colocadas sobre a tela da TV para simular o cenário, pois o aparelho não tinha capacidade de renderiza-lo!


Ao longo da vida do console ele sofreu uma série de atualizações, entre elas o primeiro jogo de tiro operado por uma pistola. O conceito de um sensor de movimento interno na pistola informar ao video-game onde deve estar seu cursor nascera aí e até hoje é usado nos seus irmãos mais novos.Tudo graças ao engenho de Baer.

Há de se deixar registrado, que o que realmente importava era criar um sistema de interação entre as pessoas, uma forma de evolução das mídias existentes. Um sistema de entretenimento digital. O Videogame não nasceu para impressionar a ninguém pelos seus gráficos e sim para gerar diversão! Então qualquer pessoa que deseje seguir na área deve ter isso em mente ao criar um projeto, a diversão do usuário está acima de qualquer coisa.

Para finalizar, deixarei alguns links sobre o assunto.

História do Odissey - http://www.pong-story.com/odyssey.htm - Link em Inglês

História de Ralph Baer - http://en.wikipedia.org/wiki/Ralph_Baer - Link em Inglês

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Você faz só o que gosta ou gosta do que faz?

Ao ler o título muito provavelmente irá pensar que existe aí uma redundância, mas na verdade são duas frases antagônicas. Pelo menos quando se fala de Design.

Vamos compreender o porque!

Imagine que comprou uma cadeira. Linda a cadeira, extremamente moderna, etc. Muito bem, aí você leva ela pra sua casa, põe na frente da TV e senta pra assistir seu bom e velho jornal e após algumas horas descobre uma dura realidade. A cadeira é bonita, mas dá uma senhora dor nas costas.

Se isso realmente aconteceu com você, acabou de ser atendido por um Designer que só faz o que gosta. Para ele pouco importa se a cadeira é confortável ou não, conhecer sobre a biometria da sua coluna é algo chato, afinal ele não gosta de ergonomia, para ele apenas importa que ELE acha a cadeira bonita. Nesses casos, o ego do profissional fala mais alto do que seu dever e por isso as costas do inocente dono da cadeira doem ao sentar na mesma.

O que leva a isso?

Esses fenômenos da profissão ocorrem por um fato simples: Design sempre foi uma profissão voltada ao desenvolvimento de um projeto (seja ele qual for: digital, gráfico, produto, etc.). Porém existem muitos profissionais que acreditam no Design como forma de expressão artística, onde ele ganha licensa poética de só fazer do jeito que gosta e não do jeito que precisa ser feito! Faz só o que gosta!

O real Designer é um projetista, sabe que deve fazer peças agradáveis, interessantes e bonitas. Mas nem por isso distancia-se da função dessas peças. Um bom Designer nunca cria nada pensando no próprio ego, pensa no público que vai consumir o que ele criou. E exatamente por isso, ele gosta do que faz!

E quanto a você? Faz só o que gosta ou gosta do que faz?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Cockpit da camara-e.net torna-se referência na Argentina e no México.

Em reunião relizada essa semana no México, foi definido que a Argentina e o México assumirão como padrão de painel de controle de suas próprias Economias Digitais, o padrão estabelecido pela camara-e.net (e desenvolvido por mim!) no cockpit digital do Portal da camara-e.net!

Agora as instituições destes respectivos países irão importar a tecnologia desenvolvida pela camara-e.net, que com toda a certeza ajudará a estabelecer padrões de análise da econômia mais dinâmicos, o que fomentará e estimulará o Comércio Eletrônico destes países.

P9141346Cockpit sendo demonstrado no México.

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Gerson Rolim (Diretor Executivo da camara-e.net) demonstrando o cockpit em reunião realizada no México.

Como gerenciar criativos de forma criativa!

Um dos maiores desafios de qualquer empresa que tenha um departamento de arte, é a tarefa de direcionar e manter estimulada a sua equipe de Designers! Existem diversas características que tornam o Designer um profissional diferenciado e portanto exige um trato especial para se conseguir a máxima eficiência deste profissional.

Portanto vou listar algumas ações que podem ajudar a tornar sua equipe de Arte mais funcional, animada e estimulada!

1 – BrainStorming

O BrainStorming é um processo vital no começo de um projeto, é onde a equipe se reúne e discute de forma aberta todas as idéias possíveis para a execução da tarefa.

Quando cito a palavra aberta, estou sendo extremamente literal! Qualquer um deve participar da reunião de BrainStorming, mesmo os que não forem da área de Design! Pois neste processo toda idéia é bem vinda e não deve ser criticada e sim anotada e estimulada. Pois o que importa é gerar na equipe um ambiente criativo onde uma hora “A Idéia” vai surgir!

Porém para isto deve se atentar que a equipe tem que ficar a vontade, não pode haver neste momento distância entre a direção e o colaborador. Todos tem o mesmo peso na mesa. Sugere-se inclusive que o Diretor de Arte, não seja o primeiro a dar idéias, exatamente para evitar que no intuito de agradar o diretor, as pessoas se retraiam em suas idéias!

Portanto no BrainStorming lembre-se: Não é o momento que você deve usar para mostrar à sua equipe o quanto você é genial. É o momento de estimular as pessoas a serem geniais!

2 – Comunicação

Uma das coisas mais comuns dentro de empresas é restringir a comunicação do profissional por vias online. Isso é um sintoma de que a empresa não sabe o potencial das novas mídias e por não compreender as enxerga como um risco.

Youtube, Skype, MSN, FaceBook, Twitter, tudo isso pode ter muita bobagem, concordo, mas pode ter também muito conteúdo a somar à criatividade da equipe. Tudo depende de como irá educar sua equipe ao uso destas ferramentas.

Permita que seus funcionários acessem Skype, MSN, Youtube, permita que eles se comuniquem. Cortar as comunicações dentro do horário de trabalho da equipe apenas favorece um ambiente onde o profissional sente-se recluso. Imagine o caso do Designer ter que buscar imagens na Internet, só que o acesso da máquina dele é bloqueado pela empresa?

3 – Exposição

Outro ponto interessante é criar políticas de valorização do trabalho da equipe, mantendo eles expostos ao mercado. Um exemplo interessante ocorreu a um tempo atrás dentro dos estúdios Maurício De Souza. Foi promovida uma ação interna onde os desenhistas foram convidados a desenhar versões dos personagens da Turma da Mônica e depois de encerrada a ação, todos os trabalhos foram expostos nas revistas.

Esse tipo de atitude valoriza o profissional e o estúdio, por investir no potencial profissional de seus colaboradores. Não se esqueça que o valor de uma empresa tem uma bela parte refletida no valor de mercado de seus profissionais.

4 – Remuneração

Vamos entender uma coisa, ser bem remunerado é diferente de ganhar muito dinheiro. Ser bem remunerado é um conceito onde o profissional sente-se plenamente satisfeito com o ambiente de trabalho e está realizado em todas as suas necessidades. Isso consegue-se com um ambiente aberto, tranquilo e seguro no local de trabalho da equipe, lembrando de respeitar os 3 pontos acima.

Claro, deve-se remunerar bem o Designer, afinal para se formar um bom Designer vão até seis anos de estudo na área e mais alguns de prática! Mas não confie apenas no fato de pagar bem ao seu profissional. Um contra-cheque gordo num ambiente de trabalho caótico, em pouco tempo torna-se apenas um número sem valor para o profissional.

5 – Flexibilidade

Uma boa idéia é promover uma política de flexibilidade nos horários de trabalho da equipe. Cada vez mais o profissional não consegue ser medido por quantas horas ele trabalha e sim pelos resultados que ele gera.

No caso de Designers isso é algo mais gritante ainda. Um bom Designer consegue gerar produtos, marcas e conceitos que possuem valor agregado imenso. Diante disso chega a ser estranho que o controle deste recurso humano seja estipulado com base na carga horária dele. O que importa é o que o profissional cria e não se ele faz isso das 8:00h às 18:00h, até mesmo porque não é incomum ver um Designer trabalhando as duas horas da manhã, porque teve uma boa idéia naquela hora.

Para encerrar a matéria, deixo abaixo alguns vídeos para complementar o assunto.


Este pequeno vídeo mostra uma dinâmica dentro de um processo de BrainStorming

Programa da TVsebrae- Negócios e Soluções parte 1

Programa da TVsebrae- Negócios e Soluções parte 2

Programa da TVsebrae- Negócios e Soluções parte 3

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Um projeto sobre a velhice

Falar da palavra velhice, já gera uma sensação estranha, pois a palavra em si vem sido associada com comportamento antíquado e desapropriado numa sociedade cada vez mais ágil. Havia um tempo em que ser velho, queria dizer que você era mais experiente e mais preparado para tomar grandes decisões, este era a função do idoso numa sociedade que oscilava entre momentos onde tinha uma tendência Patriarcal ou Matriarcal.

Esse valor do idoso, como ponto de referência para a habilidade, experiência e conhecimento vem se perdendo sistematicamente. Como iniciativa para tentar resgatar o real valor dos nossos avôs e avós, mês que vem estará indo ao ar um projeto que em breve todos ouvirão falar.

Fiquem atentos e terão mais notícias!

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