Mostrando postagens com marcador Referência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Referência. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Clipes que valem a pena

Não bastando as músicas serem de primeira qualidade, os clipes são animações muito bacanas, vejam abaixo

terça-feira, 24 de julho de 2012

Twice - Little Dragon

Trago à vocês um clipe que gosto tanto pela música que é ótima quanto pela referência visual do clipe. Curtam um pouco pra relaxar.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Detona Ralph!

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que a nova animação da Pixar para mim é uma das coisas mais acertadas que já foi criada na indústria nos últimos anos! A história conta sobre o dilema de Ralph que passou 30 anos sendo vilão de um game dos anos 80 até que enfim ele cansou disso e resolveu virar um heróis. Contando com a participação de diversos personagens do mundo dos games, o filme ajuda a contextualizar os personagens para novos públicos. Enfim, uma jogada de mestre! Vejam o Trailer abaixo:

 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Comerciais Musicais - Queen

Muitas peças de publicidade são fortemente apoiadas na força de uma música, pois o som é o que ambienta o que os olhos percebem. Para exemplificar selecionei 3 comerciais que usaram de músicas do Queen. Confiram!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Um pouco mais sobre o uso do branco

Adoro dizer que na música se acha referências visuais fantásticas, seja em clips, capas de discos, encartes, tem muita gente boa trabalhando na cena musical. Abaixo podem ver um clipe da banda Florence + The Machine. Reparem em como o branco foi usado para realçar os poucos elementos do vídeo e com isso nos dar uma sensação de que tem muito mais coisa ocorrendo na tela.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O cartaz comunica! Não comunica?

Pesquisando referências sobre o cinema antigo para um projeto, selecionei alguns cartazes que achei super interessantes e adicionei algumas observações para refletirmos sobre qual deve ser o papel de um pôster desses.

6a00d8341c5a0753ef0120a520a37c970b-800wi 
Olha só o Godzilla! Você pode não ter entendido o que está escrito, mas perceba o posicionamento da tipografia, as rachaduras. Nada aqui é por acaso. Visa ilustrar de uma vez só o que o espectador verá no filme.

old movie 
Analisando os posteres antigos, percebe-se que o interesse maior era retratar a história e não salientar quem eram os atores. Hoje em dia muita gente se limita a mostrar os rostos dos protagonistas e o antagonista e pronto! Tá feito o pôster!

CIKANE
Os atores não eram nem por isso menosprezados nos pôsteres, como podem ver nesse aqui do Cidadão Kane.

Grease-Movie-Poster-grease-the-movie-512582_1281_1920 
Perceba que aqui os atores não foram omitidos da comunicação, porém o que se transmite é o conceito do filme. Para a epóca representava rebeldia!

2001-uma-odisseia-no-espaco 
Olha só como a composição é perfeita. a essência fo filme é resumida numa única expressão e não em um rostinho bonito, fazendo pose pra foto.

poster_04

Pra encerrar, mais uma peça de Stanley Kubrick. Laranja Mecânica fez escola no que tange à estética no cinema. No pôster, percebemos a importância que a peça dá à tipografia. Mais uma vez temos no pôster um personagem resumindo a história do filme numa única imagem. Ou seja cumpre com a função de comunicar.

Criatividade é isso aí, cumprir a função da peça de uma forma interessante! 



sábado, 18 de junho de 2011

O que um Designer pode aprender jogando Super Mario

images

1 – Simplicidade é algo bonito

Muitos Designers acreditam piamente que o legal é fazer sempre um efeito visual inovador nos seus trabalhos, que seja uber, super, duper complexo e impossível de se imaginar como o cara conseguiu aquilo. Pois é, só que isso que não é sinônimo de que isso tornará o trabalho bom.

Reduzir a arte sempre ao mínimo denominador comum, garante que quem se destaque seja a mensagem a ser transmitida. Nosso bom e velho Mario por exemplo, extremamente simples e até hoje faz sucesso, mesmo nas versões mais modernas com gráficos melhores, a fórmula é a mesma.

3219638385_27772147b1

2 – Facilidade ao usuário

A interação do usuário com a peça deve sempre ser simples e fácil. os passos que ele tem que dar para chegar ao conteúdo devem ser diretos, sem burocracia. Toda ação que depende do usuário deve ser resumida a um número mínimo de passos. Algo muito útil de se aplicar quando pensamos na construção de um formulário por exemplo!

Mario por exemplo deve executar durante todo o jogo apenas duas coisas muito simples: Pular e correr. As duas são extremamente simples por isso o jogador não percebe o jogo como sendo algo díficil e continua jogando mesmo que tenha caído num buraco mais de cem vezes seguidas! O segredo para tornar o jogo díficil, é unir duas coisas simples que devem ser feitas de forma coordenada para alcançar um único resultado.

new_super_mario_bros_wii2

3 – Defina o estilo e siga-o do começo ao fim

Do começo ao fim do jogo do Super Mario você sabe que tem que pular com um botão e anda pros lados com os direcionais. Pronto! é o que basta para você interagir em todas as fases. Isso dá ao jogador conforto e segurança para continuar usando o jogo.

A mesma coisa acontece com as interfaces que criamos. Quando seguem unidade visual consistente e não divergem ao longo do trabalho do discurso inicial, tornam-se muito mais agradáveis e confortáveis visualmente ao nosso usuário.



quarta-feira, 15 de junho de 2011

Animações Bacanas e Vencedoras

Olha só que bacanas essas animações abaixo. As duas ganharam prêmios em Berlim e Tokio respectivamente.



sábado, 2 de abril de 2011

Imagem e som, casamento perfeito!

Projetar a fotografia de uma cena baseada apenas em música nem sempre é uma missão fácil, por isso selecionei alguns clips que conseguiram isso com perfeição. Para começar Smashing Pumpkins com “Tonight Tonight”.

Quem acerta aí as referências que este clip usou? Quem souber posta nos comentários!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sugestão de filme

Fica a dica, assistam Scott Pilgrim Contra o Mundo! A linguagem visual mescla quadrinhos e games dos anos 80 num estilo retrô extremamente interessante! Abaixo, segue o trailer.
Em tempos onde se encontra muito mais do mesmo, o filme é uma grata e divertida surpresa.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Animações bacanas e divertidas

Mais uma ótima animação para referência visual, no caso abaixo, tanto de roteiro, quanto de técnica! Aproveitem.

Já pensou um coelho desse tamanho na horta de alguém?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vender cerveja não precisa ser banal!

Uma das coisas da qual sempre fui crítico ferrenho, é quanto a banalidade dos atuais comerciais, alguns acreditam que basta por uma mulher bonita na tela que o conceito do vídeo tá explicado!

Nada contra belas mulheres na tela da TV, sou contra é a falta de criatividade, a banalização da mulher e a total desconsideração do público feminino como público consumidor potencial. Poderia até se usar da sensualidade como argumento, desde que fosse plenamente justificado.

Esse tipo de pensamento não é exclusivo meu, tanto que diversas campanhas diversificaram suas propostas nos últimos tempos, mas vez ou outra você ainda vê a fórmula batida e desgastada de só mostrar diversas mulheres bonitas consumindo o produto que tá tudo certo.

Como exemplo, selecionei algumas propagandas que conseguiram o objetivo, sem ser banais.

 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Minuto da Propaganda – Jingle é tudo!

Uma das armas mais poderosas da imagem, é a música, som ou no caso da publicidade o Jingle, que é uma música feita exclusivamente para o anúcio de um produto, idéia ou serviço. Também é um forte aliado de estratégias de branding!

Esse formato de publicidade foi criada nos EUA, no ano de 1926, para a marca “Cereais Wheaties”. No Brasil, o primeiro foi o Jingle da Padaria Brangança veículado pelo rádio, no programa de Ademar Batista em 1932.

O Jingle tem a característica de ser relativamente mais barato e possuir forte penetração no público, em especial se for genial, como algumas propagandas que selecionei abaixo.

Para um Designer é importante conhecer o valor da música ao formular uma campanha. Muitas vezes a solução não mora na pirotécnia gráfica e sim em imagens simples acompanhadas de um efetivo Jingle!

Segue abaixo alguns exemplos para pensar no assunto!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Olhos de Designer

Já se perguntaram sobre a diferença entre ver e enxergar?

Enxergar se refere ao princípio biológico da visão, se seus olhos funcionam, você enxerga. Podemos também dizer que a visão é a capacidade de coletar dados visuais disponíveis ao seu redor.

Já o conceito de ver é um pouco mais complexo, enquanto enxergar se refere à capacidade, ver está ligado com a interpretação do que se enxerga. Um exemplo claro disso mora na teoria das cores.

Na Física não existem cores, existem frequências de luz que o cerébro humano interpreta da forma como vemos. Por isso uma cor que algumas pessoas diriam ser marrom, para outras pode ser laranja muito escuro.

Ou seja, o processo de captação das imagens ao seu redor ocorre em duas etapas: Na primeira você coleta os dados e na segunda interpreta os dados guiado pela sua carga biológica e cultural. Bom pelo menos é assim que deveria ser!

quad
Experimente testar com seus colegas:“qual o nome dessas cores?”

Poucos estão realmente interpretando aquilo que enxergam atualmente, simplesmente porque não dá mais tempo! Se perdem no turbilhão causado pelo excesso e alta velocidade com que os dados são trafegados e esquecem de exercer o ato de analisar  aquilo que enxergam.

A visão superficial é uma característica dos nossos tempos que é inclusive estimulada pelo sistema consumista onde vivemos. Se as pessoas enxergam mais coisas em menos tempo, sem refletirem sobre o que viram, tornam-se compradores muito mais potenciais.

Por isso, todo aquele que for se tornar Designer tem que treinar sua visão, ser capaz de interpretar a todo momento aquilo que está enxergando, ser crítico e selecionar o que vale a pena dar atenção. Focar os olhos na informação que ele tem que absorver em vez de “passar os olhos” por cima de tudo de forma distraída. Designers criam tendências, porém não há como criar nada se não é capaz de interpretar aquilo que enxerga.

Para encerrar o tema, segue algumas passagens do ótimo documentário “Janelas da alma”





terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Simplicidade também é divertida!

Navegando pelo youtube, minha esposa achou animações muito divertidas de um grupo de Designers Russos. É espetacular ver como com traços simples e boas idéias sai coisa muito boa! Curtam abaixo os vídeos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

domingo, 18 de outubro de 2009

Publique seu portfólio online

Um documento vital para um Designer é o seu próprio portfólio. Mais importante até do que o velho curriculum vitae, este documento é o que faz a prova dos nove sobre em que etapa evolutiva o profissional encontra-se.

Não importa se usa todos os softwares existentes no mercado se não mostrar o que sabe fazer com o que conhece.

Ter este documento online é uma facilidade importante até mesmo para quem não trabalha com web. Garantir que todos vejam seu trabalho da forma mais rápida possível é uma vantagem que não pode ser desperdiçada.

Um bom serviço online para gerar essa publicação online é o Issuu serviço de apresentações online, onde pode publicar em diversos formatos, inclusive PDF.

Postei lá inclusive o meu próprio portfólio online. Confiram em:

http://issuu.com/designerzero/docs/portfolio_daniel_monteiro

portfolio-daniel-monteiro-1

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Animações curtas, mas bacanas!

Abaixo segue uma lista de animações curtinhas, produzidas de forma independente, mas que porém conseguem ser ótimos exemplos de como estruturar bem a mensagem durante uma animação. Além do que alguns são bem divertidos!

Minuto da Propaganda – Defesa do menor

Abaixo, segue uma propaganda que foi premiada em Cannes no ano de 2002. É um bom exemplo de como o traços pertinentes ao humor podem ser usados para chocar o espectador e assim fixar de forma mais agressiva a mensagem que temos que passar.

No caso da mensagem em questão, seria muito bom se todos a mantivessem em mente sempre.